COMO FOI A TEMPORADA
O começo de temporada do Cincinnati Bengals (11-5-1) foi muito bom, vencendo os três primeiros jogos do ano. Após isto, entretanto, os Bengals começaram a oscilar e não conseguiram engrenar longas sequências de boas atuações. Por exemplo: na semana 16, CIN recebeu os Broncos e conseguiu quatro interceptações na partida, vencendo com autoridade. Mas agora, vamos , lembrar da semana 7. Em uma partida sonolenta, Cincinnati foi derrotado pelos Colts por 27 a 0 após conseguirem apenas 7 first downs na partida. Por fim, as duas derrotas em um mês para os rivais Steelers custaram o título de divisão ao Cincinnati Bengals, que deve sentir falta disso.
PONTO FORTE
Em uma temporada que Andy Dalton não foi nada de brilhante, o que moveu a franquia do estado de Ohio foi o ataque terrestre, Comandado pelos calouros(!) Jeremy Hill e Giovani Bernard (14 TDs combinados), o jogo corrido dos Bengals teve média de 134.2 jardas por jogo (sexto melhor da NFL). A defesa de CIN também, mesmo cedendo muitas jardas, forçou bons turnovers em 2014.
PONTO FRACO
O Cincinnati Bengals é um dos times que não tem um ponto de extrema fragilidade, mas sim alguns fatores que ficaram devendo, dois em especial. Começando por Dalton: o camisa #17 acabou não produzindo como esperado na temporada (menos de 3400 jardas e 20 touchdowns). Defensivamente, o técnico Marvin Lewis sofreu com o "caminhão" de jardas cedidas, tanto aéreas quanto corridas (CIN foi o vigésimo da Liga no quesito jardas permitidas aos adversários).
JOGADOR SURPRESA
Indo além dos novatos sensações Hill e Bernard, queria chamar atenção para um jovem jogador da secundária. George Iloka. O camisa #43 está na sua terceira temporada e mostrou bom posicionamento e agilidade na marcação. Ao todo, teve 74 tackles durante o ano e ainda interceptou três passes.

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